Monday, 1 March 2010

Não há medo, não há chuva, não há temporal.
Não há fome, não há sede, não há frio, não há nada de mal.
Não tem sono, cadê?
Não há cerca, não há cela, não há corrente, não há porteira.

Há você.

1 comment:

Everton Merlin said...

Matou a pau hein!

Me lembra a poesia concretista, dos meados da década de 50.


E gostei do visu do título, tudo a ver contigo!