Wednesday, 13 May 2009

Não entendo, juro que não. Amor.
Teu corpo me causa estranheza, em alguns momentos até certo pesar nos ombros. Ainda assim, é o corpo teu, corpo meu, o nosso que resolvemos dividir por uma certa lacuna de tempo. Me perguntas aonde estamos indo. E eu saberia responder? Não sei o que fazes aqui, amarrado no meu pulso, criando metáforas para a nossa relação única e exclusivamente poética, simbiose, criação através de respostas às perguntas nunca feitas.

És amor?

1 comment:

ricardo ara said...

"é sempre amor mesmo que mude"