Sunday, 5 April 2009

(Des)uso para poesia

Enquanto sigo evocando aos céus
Tua alma, teu olho, teu brilhar
Me provocas, me puxas pra perto
Continuo na saga de versar

E como é possível da dor
Tirar o que tem de mais bonito
Sem temer tudo o que já fora dito
Pelas linhas tortas desse amor

Será que ainda o é?
Será que posso assim chamar?
Todas estrofes que soprei por (e para) ti
Em um leve silencioso sussurrar

Abres as portas da tua alma
Para que seja fácil a minha saída
Não perderei nem o tempo nem a calma
Sob a nuvem eu coloco a minha vida

Hoje me aproveito dos teus cabelos
Que aquele dia voaram ao vento
Logo te reconheci ao longe
E quase morri, de tanto desapontamento.

1 comment:

Mr. Rickes said...

Tem coisas que eu tbm não entedo!
Mas pelo menos eu esqueço facil.

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