Thursday, 19 March 2009

E se eu definho quando acordo
Eu desabo na hora de dormir
Teu sorriso era minha arte
Agora é meu ruir
E eu te aguardo em segredo
Em um silêncio de sofrer sem dor
Te entrego essa ferida
Advinda do desamor.

3 comments:

César said...
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Silvana Bronze said...

Dizem, alguns filósofos, que o artista produz melhor em momentos de tormaneto, de dúvida. Não li todos os teus poemas, mas esse, moça, está todo perfeitinho, todo acertadinho, tudo no lugar: é fluido.

Freak said...

Obrigada, Silvaninha. Foi escrito na volta pra casa, no ônibus. Tive que fazer uso do celular enquanto espero o Alisson me presentar com um bloquinho!

=)