Saturday, 7 November 2009

meu amor, meu tremor, minha paz
toda agonia se desfaz
quando em teus braços me resguardo
meu amor porque amor é amor a nada
é amor sólido na passagem dos dias
no tic-and-tac dos minutos
é o suavizar dos beijos
o desmanchar da minha boca
na doçura da tua boca
como quem tem tudo
e ao mesmo tempo segura o vento
és meu medo do adeus
és a materialização do essencial
do universal e extra-terreno
e ao mesmo tempo és o silêncio
és a unificação de mim e de ti.


2 comments:

Ian Lehmann said...

q bonito isso

Everton Merlin said...

Olha só hein, acabaram-se as cortações de pulsos!heheh!!

Gostei pra caramba, super romântico...

Estás retornando as origens.

Até mais!!