Friday, 24 July 2009

Amor meu

Suspiro dado
A cada esquina que dobras
Amor que chegou sem eu ter esperado
Amor que desacreditei
E passaram-se as horas

Amor meu, quase inalcançável
Quase irreal, intocável
Puro, obsceno, suave, denso
Assim és, meu amor meu.

E se passam dois minutos e
te esqueço
Logo me vem a dor no peito
E relembro que és

No sorriso e no choro
Na chuva ou no vento
À ti poeto, diariamente
Cada linha desses versos
Amor meu.

Poesia sem compromisso de ser isso ou aquilo, como a maioria das que posto aqui. =)

4 comments:

Paulo Olmedo said...

Poisé, faltou compromisso, mesmo. Resumindo, ficou uma bosta... :D

Freak said...

É, não ficou tão ruim quanto àquelas merdas que tu escreve no teu blog mas eu juro que tentei! Um dia eu chego lá! haushaishasha

Silvana Bronze said...

Lindo, Suelinha.
De um romantismo incalculável!

Mr. Rickes said...

Os fragmentos são divinos, mas os poemas são fantasticos!!!

Estou de volta ao mundo normal!