Sunday, 8 March 2009

e todas as noites eu durmo abraçada aos teus escritos como quem se agarra à Bíblia para evocar o divino

eu clamo baixinho o teu nome e tento de forma ou outra te puxar para fora desse abismo sem fim. 

e sigo cada passo, cada linha e quando cais eu caio também e quando choras eu fico chorando junto lágrima a lágrima, suspiro a suspiro. quando te revoltas, causas rugas em minha testa também quando sentes que te esforçastes demais durante o dia, uma gota de suor escorre da minha testa.

E assim somos. Eu e tu.

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