Monday, 15 March 2010

Mais um milhão de amor

Amor é víscera, é exagero, é interno...

Amor é o choro incontrolável da despedida, amor não suporta medidas.

O amor é um suicida em si mesmo, cada dia que morre de si, renasce mais forte para continuar vivendo sua vida de amor em exercício.

Trágico o fim de quem ama... os olhares sempre vão lá longe, no profundo oceano do olhar existente no outro e ao mesmo tempo, dele mesmo. As mãos tocam não só a pele, não arrepiam só os pêlos nos braços. Tocam algo que costumam chamar de alma... talvez mexa só com a química, amor é elétrico em todos os tempos.

Amor não vive (pode se iludir, quem sabe) do que poderia ser. Aos olhos do amor tudo é possível, prático, realizável no momento em que a palavra salta no ar. O amor é executar.

E depois de tantas ondas passarem e afogarem todos os dias os percalços do amor, ideal é estar na beira da praia, observando o pôr-do-sol.

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