Tuesday, 26 February 2008

Essa mania

Vai ver é por causa dessa mania de poeta que tenho
De juntar palavras e fazer com que elas tenham sentido
De dizer as coisas de uma forma mais complicada
Só pra ficar bonito

Vai ver é essa minha incansável mania
De fazer poesia
Até com as horas ruins do meu dia
Inventando rima fácil
Para que todo mundo entenda

Eu não sei se foi o clima
Se foi a raiva que eu sentia
Se foi o vácuo interior
Ou qualquer outra coisa
Que fez você se aproximar de mim

Na realidade
O que é que eu sinto?
Procurei embaixo dessa rocha
Que criei ao longo de meses
Nem eu mesma sei

Essa minha mania de fazer poesia...
Com a luz que reflete dos teus olhos!
Essa minha mania...
De calar, quando falar é o que mais preciso

Mas ficam alguns versos no ar
Logo volto a divagar
Bem devagar
Pra só na tua alma tocar.

Saturday, 16 February 2008

O "diary mode" continua "on". É meio inevitável afinal eu tô sem saco e sem criatividade nenhuma pra escrever poesia. Ás vezes até mesmo nossas inspirações cansam-se de nos inspirar. Quem sabe na faculdade isso mude, de repente preciso apenas aprender mais palavras novas e assim fará mais sentido juntá-las.
Pelo menos não é um "diary mode" fútil...ainda bem. Se bem que não tenho coisas a dizer, é complexo tudo isso que tô sentindo no momento. Parece que eu "cato" uma série de eventos que preencham minha vida pra que essa faça sentido.
Pensando bem, já tem sentido demais.
E eu, sentido demais.

Wednesday, 6 February 2008

Jogando no mar

Hoje está sendo um dia...difícil? É, eu acredito que a palavra seja essa. Nos três ou quatro últimos posts eu tenho falado...eu tenho feito...eu tenho sentido coisas que não sentia faz tempo. E hoje, definitivamente quero tentar jogar TODOS esses sentimentos ao vento. E não é fácil fazer uma coisa dessas. Cara...eu tava quase mas quase esquecendo como teu rostinho é liso e lindo. A tua voz nem ecoava mais na minha mente e o toque das tuas mãos pareciam mortos.
E hoje, quando o silêncio fica um pouquinho suportável é o teu rosto que se faz presente na minha frente. É o teu nome que desejo escrever, é a tua boca que teimo em querer beijar de novo, é nos teus braços que pretendo caber novamente.
E cada vez se torna mais ridículo pegar toda a minha criatividade, minha veia poética pra fazer do meu blog um diário a "céu aberto", expondo cada vez mais o quanto eu fracassei. O quanto eu não tenho você e o quanto eu NÃO VOU TER! Ridículo!
Aí eu acordo todos os dias contendo tudo que chacoalha dentro de mim que clama por você e exige que algo em mim provoque reação em ti, mas é ridículo demais eu morri na sua vida sem saber a causa mortis. Tá, viu eu nem consigo concluir uma idéia sem voltar na pior idéia que é não ser nada pra você! Retomando: acordo todos os dias me policiando. Só que quando tudo parece estar calmo, você ressurge como uma fênix que nunca virou cinza, alguém que nunca morreu de fato, alguém que sobe cada vez mais nas nuvens toda vez que penso na lista infinita de qualidades que me chamam, que me excitam, que clamam por paixão. Paixão essa, que estou disposta a te dar.

Estava disposta. Pretendo colocar uma pedrinha nesse sentimento que aflorou (infelizmente) mas já está voltando...é eu disse isso antes, mas agora é sério.

Tá voltando, tá voando...voando no vento.