Tuesday, 21 October 2008
Painful times.
Sim, a dor está cada dia mais dolorida, se alastrando por toda a parte...dói quando você abre os olhos pela manhã e nada tem a agradecer, só a lamentar.
A dor está nos raios de sol sobre a sua pele, que ao invés de te confortar, fazem com que sintas uma enorme vontade de debater-se contra as próprias paredes da sua pele ao ponto que quando não tiver mais força de lutar, apenas consiga explodir.
Essa dor está em todo e cada casal que se olha apaixonado e que se beija do jeito como a gente costumava se beijar... ahh a saudade, só aí a dor não chega. Só naquelas velhas lembranças a dor não chega...a dor é a lembrança!
A dor está na música, mortal, a dor está na música, canção tão triste de ser cantada...a dor está quando eu aspiro o ar profundamente e lembro do cheirinho que só o teu pescoço tem...e a dor. Ahh dor, dói!
Dói mais uns minutos para que eu possa sentir tu, tão maléfica e danosa eu vou querer me livrar de ti, me livrar de todas as lembranças que ele me traz porque nos últimos tempos ele me viu como eu sempre tive que me ver e agora eu deixei aquele olhar vívido um olhar triste.
Dói, dor. Tudo o que puderes doer. Sangra meu coração, tudo o que conseguir sangrar...choro tudo o que posso chorar...
Dor...estás em cada passo que dou...estás na esquina em que dobro pra não encarar que aquele é tudo o que eu queria.
Vai dor...pode doer. Mas cuida dele...não chega nele...deixa ele...seguir seu caminho...
A dor está nos raios de sol sobre a sua pele, que ao invés de te confortar, fazem com que sintas uma enorme vontade de debater-se contra as próprias paredes da sua pele ao ponto que quando não tiver mais força de lutar, apenas consiga explodir.
Essa dor está em todo e cada casal que se olha apaixonado e que se beija do jeito como a gente costumava se beijar... ahh a saudade, só aí a dor não chega. Só naquelas velhas lembranças a dor não chega...a dor é a lembrança!
A dor está na música, mortal, a dor está na música, canção tão triste de ser cantada...a dor está quando eu aspiro o ar profundamente e lembro do cheirinho que só o teu pescoço tem...e a dor. Ahh dor, dói!
Dói mais uns minutos para que eu possa sentir tu, tão maléfica e danosa eu vou querer me livrar de ti, me livrar de todas as lembranças que ele me traz porque nos últimos tempos ele me viu como eu sempre tive que me ver e agora eu deixei aquele olhar vívido um olhar triste.
Dói, dor. Tudo o que puderes doer. Sangra meu coração, tudo o que conseguir sangrar...choro tudo o que posso chorar...
Dor...estás em cada passo que dou...estás na esquina em que dobro pra não encarar que aquele é tudo o que eu queria.
Vai dor...pode doer. Mas cuida dele...não chega nele...deixa ele...seguir seu caminho...
Monday, 20 October 2008
I don't think that
The smell of your neck
Will tell me goodbye so fast
I don't even believe
That today is our ending
Just trying to
Take you out of my mind
Living with our songs
Living with our poems
Living with the memories
The only thing that I do had
Outside in the streets
There's a big world
That I just can't reach
Because you're still inside of me
I've cried, I've screamed
I've been done such insane things
The only thing that makes sense now
It's the light of your smile
I pray, don't you leave me
But I almost forgot
That I was the person
Who said the first goodbye.
The smell of your neck
Will tell me goodbye so fast
I don't even believe
That today is our ending
Just trying to
Take you out of my mind
Living with our songs
Living with our poems
Living with the memories
The only thing that I do had
Outside in the streets
There's a big world
That I just can't reach
Because you're still inside of me
I've cried, I've screamed
I've been done such insane things
The only thing that makes sense now
It's the light of your smile
I pray, don't you leave me
But I almost forgot
That I was the person
Who said the first goodbye.
Saturday, 11 October 2008
Não é que seja
A dor de um todo
Obscura e sangrenta
É uma dor que vem em
Silêncio tão mansa
Essa calma me condena
E não é a dor do não ter
É a dor do ter
Ter sem saber por quê
Não é que passem os dias
E nem consiga sorrir
É só porque
Quando não estás
Eu simplesmente não sou
Quando o sol se vai
Lá nas árvores
Sinto que eu
Já acabou
Escapou
Vento voando forte
para longe do amor...
A dor de um todo
Obscura e sangrenta
É uma dor que vem em
Silêncio tão mansa
Essa calma me condena
E não é a dor do não ter
É a dor do ter
Ter sem saber por quê
Não é que passem os dias
E nem consiga sorrir
É só porque
Quando não estás
Eu simplesmente não sou
Quando o sol se vai
Lá nas árvores
Sinto que eu
Já acabou
Escapou
Vento voando forte
para longe do amor...
Wednesday, 8 October 2008
Só dói...
Dói...
Dói sim...
Silencioso, amargo, negro
Dói quando abro os olhos pela manhã tão cedo
Dorme quando eu abro a janela do meu quarto
Dói quando eu tento parar de pensar em você
Dói sempre...dói no peito...
Dói quando eu vejo você passando
Dói quando o teu cheiro me encontra
Dói quando teu olho me fita
Dói quando eu venho tentando...
E não dói apenas porque a tua mão
Quando pega na minha me faz tremer
E não dói apenas
Porque quando a tua boca vem beijar meu rosto
O chão some, o céu se abre
O céu abre pra nos fechar em uma roda atemporal
Por entre nuvens, raios de sol e um pouco de sonho
Nos leva...
E por mais que a dor se debata tanto
Aqui dentro de mim que por vezes
Penso nem mais existir a ponto de não sentir
O teu cheiro me persegue
A tua voz ecoa na minha mente
As frases que tu falas
Os jeitos
O sorriso
O beijo
Tudo caça, tudo cerca...
O amor, me nega.
Dói sim...
Silencioso, amargo, negro
Dói quando abro os olhos pela manhã tão cedo
Dorme quando eu abro a janela do meu quarto
Dói quando eu tento parar de pensar em você
Dói sempre...dói no peito...
Dói quando eu vejo você passando
Dói quando o teu cheiro me encontra
Dói quando teu olho me fita
Dói quando eu venho tentando...
E não dói apenas porque a tua mão
Quando pega na minha me faz tremer
E não dói apenas
Porque quando a tua boca vem beijar meu rosto
O chão some, o céu se abre
O céu abre pra nos fechar em uma roda atemporal
Por entre nuvens, raios de sol e um pouco de sonho
Nos leva...
E por mais que a dor se debata tanto
Aqui dentro de mim que por vezes
Penso nem mais existir a ponto de não sentir
O teu cheiro me persegue
A tua voz ecoa na minha mente
As frases que tu falas
Os jeitos
O sorriso
O beijo
Tudo caça, tudo cerca...
O amor, me nega.
Friday, 3 October 2008
A poem to the green bird
If I could believe in God
For sure I'll ask for some thing
One thing that couldn't be invented
The light so diamond of your eyes
And then I believe God
If there's a chance to
Feel your body next to mine
Yes, I do believe God
In every single ways
We can believe in one thing
I believe in your brown messed up hair
I believe when you smile to me
I believe when you say
How amazing is the sun shinning above the trees.
Then I believe God
Then I pray God
Then I look and stare so
Enchanted by your charming face
So I believe your thoughts
I believe your arguments
I believe what you say it's true
I believe when you tell me
How cute I stay on blue
Tell me
My invented God
How could you make
This kind of feelings?
The smell of life
The stopping breathing
That makes me wonder
And cry sometimes
That makes me love
Without asking "why"?
Sim! Eu tenho desenvolvido uma aptidão única para poesias em inglês! Como postei uma ontem no Diary Sessions, resolvi colocar a de hoje aqui no In the Sky.
I hope you'll like it!
For sure I'll ask for some thing
One thing that couldn't be invented
The light so diamond of your eyes
And then I believe God
If there's a chance to
Feel your body next to mine
Yes, I do believe God
In every single ways
We can believe in one thing
I believe in your brown messed up hair
I believe when you smile to me
I believe when you say
How amazing is the sun shinning above the trees.
Then I believe God
Then I pray God
Then I look and stare so
Enchanted by your charming face
So I believe your thoughts
I believe your arguments
I believe what you say it's true
I believe when you tell me
How cute I stay on blue
Tell me
My invented God
How could you make
This kind of feelings?
The smell of life
The stopping breathing
That makes me wonder
And cry sometimes
That makes me love
Without asking "why"?
Sim! Eu tenho desenvolvido uma aptidão única para poesias em inglês! Como postei uma ontem no Diary Sessions, resolvi colocar a de hoje aqui no In the Sky.
I hope you'll like it!
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