Levada pelas profundezas do mar infinito
Aqui estou dentro de minha concha
Vagando por meio de corais e tubarões
A onda passou, me derrubou
A impressão que tenho hoje
É que o mundo lá fora
Não é o mesmo meu
Tempo, vento, sol, tudo diferente
Não sei ainda o que se passa
Nessa alma toda cheia de lacunas
Essa alma que já foi sugada
Pressionada e arrasada
Isso já passou
A onda veio e me libertou
Como a fênix renascendo de
Suas cinzas
Sou pérola que sai da concha agora
Sou produto do instinto de sobrevivência
Daquela capa, fortaleza
E a luz do sol me ofusca
Ao mesmo tempo me convida
Não estou menos sensível
Não estou fria tampouco egoísta
Sinto que agora finalmente
Nasci e me entrego
Às aventuras do mundo
Thursday, 28 June 2007
Wednesday, 27 June 2007
Momentos Tristes
Hoje precisei de você
E a distância me lembrou
Que minha mente deveria ser criativa
E meu coração teria que ser forte
Pra fazer tua alma presente comigo
Nem sempre o mundo é bonito
Afinal nem sempre estou ao teu lado
Nem sempre os versos fluem ao vento
Nem sempre posso te abraçar e pedir
Para me proteger das maldades da vida
Eu corri, tentei fugir
Mas para onde?
Teus braços estavam distantes
E não existe outro lugar no mundo
Que eu quisesse estar
A não ser envolvida em ti
Contigo
Sim, eu quis chorar
O coração apertou e me faz lembrar
Que o mundo...ahh mundo malvado!
Vive dando suas voltas
E te deixando distante de mim
Mas hoje mais uma vez
Estaremos sob o teto de estrelas frias
E vento forte
Cobertos pelas vestes do inverno
Fazendo promessas, quem sabe
E nos livrando desses problemas do mundo
Ahh mundo, cruel!
Essa é mais uma de minhas poesias que estão em uma fase muito boa...não sei o que está acontecendo comigo...ou melhor, sei sim...and I´m loving it!
E a distância me lembrou
Que minha mente deveria ser criativa
E meu coração teria que ser forte
Pra fazer tua alma presente comigo
Nem sempre o mundo é bonito
Afinal nem sempre estou ao teu lado
Nem sempre os versos fluem ao vento
Nem sempre posso te abraçar e pedir
Para me proteger das maldades da vida
Eu corri, tentei fugir
Mas para onde?
Teus braços estavam distantes
E não existe outro lugar no mundo
Que eu quisesse estar
A não ser envolvida em ti
Contigo
Sim, eu quis chorar
O coração apertou e me faz lembrar
Que o mundo...ahh mundo malvado!
Vive dando suas voltas
E te deixando distante de mim
Mas hoje mais uma vez
Estaremos sob o teto de estrelas frias
E vento forte
Cobertos pelas vestes do inverno
Fazendo promessas, quem sabe
E nos livrando desses problemas do mundo
Ahh mundo, cruel!
Essa é mais uma de minhas poesias que estão em uma fase muito boa...não sei o que está acontecendo comigo...ou melhor, sei sim...and I´m loving it!
Sunday, 24 June 2007
The end is the beginning and the beginning is the end...
Não sei se esse é o momento mais apropriado para sair da minha concha...tentarei. Nas horas mais impróprias, nos dias mais entendiantes, sempre surge alguma idéia luminosa (acho que todas as idéias iluminam...) que nos faz pensar ainda mais nas coisas...
Tudo morre...todos os dias. Quando você acorda para o dia, esse dia está morrendo com o passar dos segundos. E tudo o que se inicia em um instante, com certeza acabará, só não sabemos exatamente quando. Mas a idéia de finitude, faz com que nós, reles mortais, nos preocupemos a todo instante em nosso precioso tempo.
Tenho muito, tenho pouco...cansei de refletir. Quanto mais os dias passam, mais me convenço de que não adianta querer ser forte...sou assim dramática/melancólica/oscilante/feliz/entediante e acho que preciso disso pra viver. Preciso disso pra escrever.
E tendo em vista que escrever tornou-se, um pouco por acaso, a minha vida, chego à humilde conclusão de que crises me impulsionam para o alto...que estranho isso! Embora eu não me sinta totalmente em crise, sempre tem uma parte rebelde dentro da gente que nunca entra nos padrões da nossa alma...
Sim, tenho coisas a te falar
Entre beijos, carinhos e teu cheiro
Ahh teu cheiro!
É como pegar carona em uma nuvem fofa
E conversar com os anjos
Sim, tenho coisas a te mostrar
Entre beijos, carinhos e abraços
Ahh o teu abraço...
Me faz sentir protegida pela fortaleza
De uma amizade e cumplicidade
Que transcendem as barreiras da compreensão
Sim, tenho coisas a te perguntar
Entre beijos, carinhos e olhares
Se em ti posso confiar
Se entenderás o que tenho a dizer
Antes mesmo que eu consiga verbalizar
Sim, tenho coisas a te confessar
Entre beijos, carinhos e teu doce olhar...
Que muitas vezes nos perdemos nas
Asas infinitas do sentimento doce que
É amar
Sim, tenho coisas a te entregar
Entre beijos, carinhos e palavras
Uma demonstração de que a vida
Une os pontos para que eles possam
Se completar
E assim segue todo um ciclo
A vida e suas engrenagens
Suas peças a se encaixar
Tudo morre...todos os dias. Quando você acorda para o dia, esse dia está morrendo com o passar dos segundos. E tudo o que se inicia em um instante, com certeza acabará, só não sabemos exatamente quando. Mas a idéia de finitude, faz com que nós, reles mortais, nos preocupemos a todo instante em nosso precioso tempo.
Tenho muito, tenho pouco...cansei de refletir. Quanto mais os dias passam, mais me convenço de que não adianta querer ser forte...sou assim dramática/melancólica/oscilante/feliz/entediante e acho que preciso disso pra viver. Preciso disso pra escrever.
E tendo em vista que escrever tornou-se, um pouco por acaso, a minha vida, chego à humilde conclusão de que crises me impulsionam para o alto...que estranho isso! Embora eu não me sinta totalmente em crise, sempre tem uma parte rebelde dentro da gente que nunca entra nos padrões da nossa alma...
Sim, tenho coisas a te falar
Entre beijos, carinhos e teu cheiro
Ahh teu cheiro!
É como pegar carona em uma nuvem fofa
E conversar com os anjos
Sim, tenho coisas a te mostrar
Entre beijos, carinhos e abraços
Ahh o teu abraço...
Me faz sentir protegida pela fortaleza
De uma amizade e cumplicidade
Que transcendem as barreiras da compreensão
Sim, tenho coisas a te perguntar
Entre beijos, carinhos e olhares
Se em ti posso confiar
Se entenderás o que tenho a dizer
Antes mesmo que eu consiga verbalizar
Sim, tenho coisas a te confessar
Entre beijos, carinhos e teu doce olhar...
Que muitas vezes nos perdemos nas
Asas infinitas do sentimento doce que
É amar
Sim, tenho coisas a te entregar
Entre beijos, carinhos e palavras
Uma demonstração de que a vida
Une os pontos para que eles possam
Se completar
E assim segue todo um ciclo
A vida e suas engrenagens
Suas peças a se encaixar
Saturday, 23 June 2007
Out of tune!
O fato do blog não ser muito visitado não me ajuda muito...afinal nunca sei quando posso pisar fundo em um delírio ou não. Seria falta de autenticidade bloquear esse delírio? Portanto não irei vetar nenhuma idéia que me venha a mente. Isso é bom, será bom para minha produção de textos e poesias. Tenho andado muito inspirada para poesias, e eu nunca havia feito poesia com tanta intensidade como agora.
Os versos não são escritos...eles nascem, eles brotam, eles vem na mente e gritam para sair do mundo imaginário. E eu vou lá, e os coloco em prática.
Está sendo ótimo.
Minha vida? Sei lá...de tempos em tempos sempre paro e faço essa pergunta..."e a minha vida?"
Posso dizer que estou me sentindo plena...com um objetivo traçado e com uma sensação única de auto-conhecimento...mesmo que eu pense precisar de um pouco mais disso, mas a vida prega peças. E ela coloca essas peças exatamente onde deveriam estar.
Continuarei vindo aqui e postando todo e qualquer texto interessante...é isso!
Os versos não são escritos...eles nascem, eles brotam, eles vem na mente e gritam para sair do mundo imaginário. E eu vou lá, e os coloco em prática.
Está sendo ótimo.
Minha vida? Sei lá...de tempos em tempos sempre paro e faço essa pergunta..."e a minha vida?"
Posso dizer que estou me sentindo plena...com um objetivo traçado e com uma sensação única de auto-conhecimento...mesmo que eu pense precisar de um pouco mais disso, mas a vida prega peças. E ela coloca essas peças exatamente onde deveriam estar.
Continuarei vindo aqui e postando todo e qualquer texto interessante...é isso!
Sunday, 17 June 2007
Em busca de um lugar
Quero os tipos mais variados das estrelas
Para iluminarem o teu caminho
Quando desfilares pela minha vida
Ahh como quero!
Quero flores, quero um perfume no ar
Quero te falar das tantas coisas
Que preciso te olhar
E te beijar, ah te beijar!
É como atravessar o mar
No dia de inverno cortante
É como banhar-se
No dia de sol radiante
E não te ver...
Não te ver é a angústia adolescente
É o aperto mais dramático no coração da gente
É os dias se passando sem sentido...
Te reencontrar
É te redescobrir
É decifrar mais uma vez
Se serei merecedora desse olhar
Poesias...são apenas palavras!
Atiradas ao vento, sem muito nexo
Merecerias que todas as palavras
Se resumissem a você
Para que algum dia desses
Pudessem atingir aquilo
Que representas pra mim
E que me faz sentir assim
Como um pássaro que voa
Em busca de um ninho quente
Sabendo que já encontrou
O seu devido lugar...
Para iluminarem o teu caminho
Quando desfilares pela minha vida
Ahh como quero!
Quero flores, quero um perfume no ar
Quero te falar das tantas coisas
Que preciso te olhar
E te beijar, ah te beijar!
É como atravessar o mar
No dia de inverno cortante
É como banhar-se
No dia de sol radiante
E não te ver...
Não te ver é a angústia adolescente
É o aperto mais dramático no coração da gente
É os dias se passando sem sentido...
Te reencontrar
É te redescobrir
É decifrar mais uma vez
Se serei merecedora desse olhar
Poesias...são apenas palavras!
Atiradas ao vento, sem muito nexo
Merecerias que todas as palavras
Se resumissem a você
Para que algum dia desses
Pudessem atingir aquilo
Que representas pra mim
E que me faz sentir assim
Como um pássaro que voa
Em busca de um ninho quente
Sabendo que já encontrou
O seu devido lugar...
Thursday, 14 June 2007
Come away with me in the night...
O que espero da vida? Acho que sinceramente, nada! Nada espero da vida, está tudo indo rápido demais, não consigo nem sequer pensar, tampouco esperar algo de alguma coisa...
Não sei o que faço...aliás, sei bem o que fazer. Sentimentos tão confusos, de repente vem um sorriso bobo...sei lá. Uma coisa nova, depois de tanto tempo.
Eu não sei exatamente o que eu quero...estou contente...mas acho que nunca serei plena no amor...sempre vai faltar algo. Será? Vamos esperar o tempo passar...não há de demorar muito.
Não sei o que faço...aliás, sei bem o que fazer. Sentimentos tão confusos, de repente vem um sorriso bobo...sei lá. Uma coisa nova, depois de tanto tempo.
Eu não sei exatamente o que eu quero...estou contente...mas acho que nunca serei plena no amor...sempre vai faltar algo. Será? Vamos esperar o tempo passar...não há de demorar muito.
Tuesday, 12 June 2007
Poema da vida nova
Poema da vida nova
Olha para mim
Não com essa timidez obsoleta
Ela é maravilhosa mas sei que já não existe
Olhe e encontre aqui talvez a paz
Talvez a agonia, o amor, ou alegria
Apenas encontre
Ou fui eu quem encontrei?
E ao mesmo tempo me perdi
Seja da palavra mais doce
Até a ponta de seu narizinho arrebitado
Ahh sim, eu me perdi totalmente
E ficarei nesse caminho da perdiçãoAté encontrar contigo o caminho
Das mais profundas loucuras!
Olha para mim
Não com essa timidez obsoleta
Ela é maravilhosa mas sei que já não existe
Olhe e encontre aqui talvez a paz
Talvez a agonia, o amor, ou alegria
Apenas encontre
Ou fui eu quem encontrei?
E ao mesmo tempo me perdi
Seja da palavra mais doce
Até a ponta de seu narizinho arrebitado
Ahh sim, eu me perdi totalmente
E ficarei nesse caminho da perdiçãoAté encontrar contigo o caminho
Das mais profundas loucuras!
Monday, 11 June 2007
All these pain...
Minha cabeça dói desde que o dia nublado resolveu me acordar. Dor essa, causada pela pressão que as decisões fazem em mim. O dia todo foi desse jeito. Repleto de dor, angústia, hoje não beirei as lágrimas, como acontecera ontem. Porém a angústia desenfreada aumentou muito. O pior a se fazer nessa vida é pensar que já não se sabe mais o que fazer dela.
As maiores confusões, surgem exatamente quando tudo está bem, calmo e aparentemente feliz.
Peço ajuda aos anjos, à poesia, aos olhos de um sonhador. Peço ajuda à música que vem em ondas espalhando melancolia pelo quarto inteiro.
Quem virá me salvar desse castelo de espinhos? Quem me dirá o que é certo ou errado? Quisera eu parar de ansiar e suplicar por respostas. É o fim dos tempos. As sombras nos perseguem, mesmo que procuremos o sol.
Não existem caminhos errados, apenas os caminhos ainda não trilhados.
Sinto que toda essa revolta irá dissipar-se ao longo dos dias. E o que restará? Que não seja o conformismo. Que não seja a vergonha de ter interrompido o lindo processo de cumprimento de promessas feitas ao vento.
Os anjos jamais me responderão da forma mais fácil, enviarão um sinal complicado para meus sonhos, ahh sonhos confusos!
Mas na simplicidade aritmética, um mais um é sempre dois.
Nesse mundo, sinto já não existir por completo . Apenas reajo aos olhos de um sonhador e fico atenta a todos ensinamentos que posso assistir.
Não procurarei redenção, nem perdão. Tampouco me entregarei aos pecados do imoral. Apenas traçarei o paralelo entre o sacrifício de uma alma tonta de paixão e desespero e a caminhada para a vida nova.
Leve, livre, intensa, pura. Gelada e ao mesmo tempo boa, como as águas da praia no verão.
Meus princípios já perdi de vista. Agora só consigo enxergar os fins.
As maiores confusões, surgem exatamente quando tudo está bem, calmo e aparentemente feliz.
Peço ajuda aos anjos, à poesia, aos olhos de um sonhador. Peço ajuda à música que vem em ondas espalhando melancolia pelo quarto inteiro.
Quem virá me salvar desse castelo de espinhos? Quem me dirá o que é certo ou errado? Quisera eu parar de ansiar e suplicar por respostas. É o fim dos tempos. As sombras nos perseguem, mesmo que procuremos o sol.
Não existem caminhos errados, apenas os caminhos ainda não trilhados.
Sinto que toda essa revolta irá dissipar-se ao longo dos dias. E o que restará? Que não seja o conformismo. Que não seja a vergonha de ter interrompido o lindo processo de cumprimento de promessas feitas ao vento.
Os anjos jamais me responderão da forma mais fácil, enviarão um sinal complicado para meus sonhos, ahh sonhos confusos!
Mas na simplicidade aritmética, um mais um é sempre dois.
Nesse mundo, sinto já não existir por completo . Apenas reajo aos olhos de um sonhador e fico atenta a todos ensinamentos que posso assistir.
Não procurarei redenção, nem perdão. Tampouco me entregarei aos pecados do imoral. Apenas traçarei o paralelo entre o sacrifício de uma alma tonta de paixão e desespero e a caminhada para a vida nova.
Leve, livre, intensa, pura. Gelada e ao mesmo tempo boa, como as águas da praia no verão.
Meus princípios já perdi de vista. Agora só consigo enxergar os fins.
Friday, 8 June 2007
Chuvas passageiras...
Vocês não imaginam como está bom o som da chuva lá fora...confesso estar escutando música, mas tirei os fones para ter o prazer de apreciar o som dos pingos batendo no telhado.
Bem que essa chuva poderia varrer (ou seria lavar?) todos os meus problemas para bem longe. Problemas? Nem existem...são apenas especulações sobre o futuro. Que em vez de me trazer paz, me traz pânico...
Porém, mesmo assim, fico aqui achando que está tudo em seu devido lugar. Só estou um pouco irritada, só estou querendo ficar um pouco mais solitária, não mais calada...falar com minhas poesias, com minhas idéias que ajudam de vez em quando.
Sabe aqueles dias em que você olha pro teto, pra parede ou pra qualque outro objeto e não o vê? Pensa, imediatamente, "e agora"? E a minha vida?
Canso de pensar na minha vida, porque fico analisando os anos que passaram, os que estão por vir. Como será? Quero isso, não quero aquilo, porém ainda não vivi pra saber.
Já era pra pensar como pessoa adulta, e não como uma adolescente aí cheia de dúvidas e etc. Se bem que as dúvidas nunca acabam. Só muda a forma como lidamos com elas.
Estou procurando menos respostas, me conformei, entreguei os pontos, seja lá o que for.
Ai ai...como é bom ter objetivos na vida...mas eles se tornaram a única coisa que vejo em minha frente...
It´s the way I want to live...
Somehow, I´ll be fine.
Bem que essa chuva poderia varrer (ou seria lavar?) todos os meus problemas para bem longe. Problemas? Nem existem...são apenas especulações sobre o futuro. Que em vez de me trazer paz, me traz pânico...
Porém, mesmo assim, fico aqui achando que está tudo em seu devido lugar. Só estou um pouco irritada, só estou querendo ficar um pouco mais solitária, não mais calada...falar com minhas poesias, com minhas idéias que ajudam de vez em quando.
Sabe aqueles dias em que você olha pro teto, pra parede ou pra qualque outro objeto e não o vê? Pensa, imediatamente, "e agora"? E a minha vida?
Canso de pensar na minha vida, porque fico analisando os anos que passaram, os que estão por vir. Como será? Quero isso, não quero aquilo, porém ainda não vivi pra saber.
Já era pra pensar como pessoa adulta, e não como uma adolescente aí cheia de dúvidas e etc. Se bem que as dúvidas nunca acabam. Só muda a forma como lidamos com elas.
Estou procurando menos respostas, me conformei, entreguei os pontos, seja lá o que for.
Ai ai...como é bom ter objetivos na vida...mas eles se tornaram a única coisa que vejo em minha frente...
It´s the way I want to live...
Somehow, I´ll be fine.
Monday, 4 June 2007
PÂNICO
Odeio o jeito imperativo
Com que você dá as cartas
Com que prende a corda em meu pescoço
Vem a náusea, mata-me de tanto mal estar
Odeio sentir que as mãos tremem
E o corpo já não pára no lugar
Odeio sentir que eu não me domino
Que você aperta a corda até me sufocar
Com o tempo percebi sua jogada suja
E nessa eu não caio mais
Pode apertar o quanto quiser
Simplesmente deixar essa onda de
Náusea entorpecente me levar
Isso é só minha outra face
Querendo dar as caras para o mundo real
É só minha outra mulher
Voltando para o lugar de onde saiu
Aperte a corda mais uma vez
Um último suspiro
Daquela que já deveria ter morrido
Todos os desejos, os medos e os anseios
Se preparam para vir ao mundo
Para serem vividos
E nunca mais esquecidos
Com que você dá as cartas
Com que prende a corda em meu pescoço
Vem a náusea, mata-me de tanto mal estar
Odeio sentir que as mãos tremem
E o corpo já não pára no lugar
Odeio sentir que eu não me domino
Que você aperta a corda até me sufocar
Com o tempo percebi sua jogada suja
E nessa eu não caio mais
Pode apertar o quanto quiser
Simplesmente deixar essa onda de
Náusea entorpecente me levar
Isso é só minha outra face
Querendo dar as caras para o mundo real
É só minha outra mulher
Voltando para o lugar de onde saiu
Aperte a corda mais uma vez
Um último suspiro
Daquela que já deveria ter morrido
Todos os desejos, os medos e os anseios
Se preparam para vir ao mundo
Para serem vividos
E nunca mais esquecidos
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