Lembranças de um passado
Uma fonte de vazio se instala em seu peito. Já não sabe mais por qual razão foi parar naquela região tão afastada de todo mundo, onde os ventos que sopram sempre são ásperos.
Sente os raios de sol tocarem seu rosto de pele delicada e ao mesmo tempo grossa pela ação do tempo, das feridas causadas pelo tempo perdido. Mas não derrama sequer uma lágrima. Segue em frente como se nada tivesse acontecido, aquele calor provocado pelo sol agradável do inverno não lhe animou nem um pouco. A grama está um pouco úmida ainda, deve-se ter muito cuidado ao passar por aquela trilha, um deslize e os danos são irreversíveis.
Pensou em toda a sua vida durante o trajeto. Nos amores, nas coisas que deixou pra trás, em tudo o que viveu e o que perdeu...pensou por um longo tempo como se pensar fosse a única coisa que conseguisse fazer naquele momento. As pernas pareciam movimentar-se involuntariamente...ela apenas ia e pronto.
Chegou ao topo de uma montanha, na realidade uma pseudo-montanha, um morro, monte de grama amontoada melhor dizendo. Acima estava ela, que sentiu que suas pegadas haviam sumido ao longo do percurso...
"Não, eu não me atrasei", pensou ela, talvez tenha dito isso em voz muito baixa, quase inaudível, um sussurro...
E toda a cidade, ou o que havia sobrado dela, estava ali embaixo...o passado estava ali sendo esmagado agora por alguém que só sabia caminhar...e pensar sem olhar pra trás e enquanto caminhava, apagava suas pegadas para que nada a perseguisse. Nada de bom, nada de ruim. Apenas o presente poderia persegui-la até o final dos tempos.
Seguiu seu caminho, dessa vez com um quase sorriso em seus lábios, a mudança estava chegando e começara ali, dentro dela sem que muitas coisas fossem percebidas. Desapareceu entre os raios de sol na manhã do inverno congelante. E nunca mais ninguém a viu.
Monday, 30 April 2007
Wednesday, 25 April 2007
O gato preto
Preciso de uma ajuda, de quem puder me dar...
Ontem, estava lendo um conto de Edgar Allan Poe pela internet mesmo (o que me deixa contrariada porque eu gosto mesmo é de livro, cheiro de livro e textura de livro...) cujo nome era "O Gato Preto". De início, me parecia mais um daqueles delírios do cara, que adora descrever lugares, pessoas, sentimentos, ele faz um nó psicológico ainda mais quando a pessoa não tá com muita paciência. Mas esse não era totalmente o meu caso. Na metade do conto notei a semelhança com outro que ele mesmo escreveu que se chama Metzengerstein porém de um certo trecho para o final senti que se parecia com um filme cujo nome não lembro. Essa é a ajuda. O nome do filme pode até ser "Gato Preto" mas no momento não me parece tão óbvio. E por que lembrei do filme? Porque no conto, ele acaba matando a esposa, por causa do maldito gato preto. Onde esconder o corpo? Ele o coloca atrás de uma parede, e cobre com tijolos e cimento. Pronto, o crime perfeito. Tá, não vou estragar o conto dizendo que final ele teve, porém lembro de um filme assim. Um marido (ou seria uma esposa nessa ocasião?) esconde o corpo em uma parede. O nome? Não lembro de jeito nenhum. Maldita memória que não me permite lembrar. É um filme um tanto antiguinho, do tipo que passa no Super Cine.
Mesmo que ninguém saiba do que estou falando, ler o conto do Poe é uma ótima e tenho certeza que alguém que já tenha visto esse filme irá lembrar pelo menos da cena. Não lembro nem de atores, nada. Mas ele existe...
Dessa vez eu aguardo um comentário!
Ontem, estava lendo um conto de Edgar Allan Poe pela internet mesmo (o que me deixa contrariada porque eu gosto mesmo é de livro, cheiro de livro e textura de livro...) cujo nome era "O Gato Preto". De início, me parecia mais um daqueles delírios do cara, que adora descrever lugares, pessoas, sentimentos, ele faz um nó psicológico ainda mais quando a pessoa não tá com muita paciência. Mas esse não era totalmente o meu caso. Na metade do conto notei a semelhança com outro que ele mesmo escreveu que se chama Metzengerstein porém de um certo trecho para o final senti que se parecia com um filme cujo nome não lembro. Essa é a ajuda. O nome do filme pode até ser "Gato Preto" mas no momento não me parece tão óbvio. E por que lembrei do filme? Porque no conto, ele acaba matando a esposa, por causa do maldito gato preto. Onde esconder o corpo? Ele o coloca atrás de uma parede, e cobre com tijolos e cimento. Pronto, o crime perfeito. Tá, não vou estragar o conto dizendo que final ele teve, porém lembro de um filme assim. Um marido (ou seria uma esposa nessa ocasião?) esconde o corpo em uma parede. O nome? Não lembro de jeito nenhum. Maldita memória que não me permite lembrar. É um filme um tanto antiguinho, do tipo que passa no Super Cine.
Mesmo que ninguém saiba do que estou falando, ler o conto do Poe é uma ótima e tenho certeza que alguém que já tenha visto esse filme irá lembrar pelo menos da cena. Não lembro nem de atores, nada. Mas ele existe...
Dessa vez eu aguardo um comentário!
Sunday, 22 April 2007
A fine day to exit...
É tão esquisito estar em casa domingo...o que o costume faz com a gente não é mesmo?
Estou aqui pensando com meus botões, o que dizer afinal? Depois de muito tempo largando de mão todo e qualquer assunto relacionado a política, sexta-feira fiz a insanidade de falar de política com o Le. Ficamos um puta tempo teclando sobre política e lhes digo: dói a alma. A revolta é enorme, a iniciativa parece querer aflorar mas se retrai ao saber que será em vão.
Já não nos mexemos pelo simples fato de sabermos que nada irá mudar. O que é esse mundo? Um lugar bem grande e cheio de gente querendo salvar a pele. Por que parecemos animais? Porque somos oras! O fato de termos inteligência parece não ter nos ajudado muito não. Os dinossauros sumiram, o gelo derreteu, a terra vai derreter a gente e a natureza está aí firme e forte. Somos animais, agimos como animais por que achar que somos muita coisa? Somos é nada.
Vamos acabar com qualquer tipo de vida nesse planeta. Mas esse texto não é sobre como fazer pra não agravar o efeito estufa ou como economizar a água (embora isso seja importante pra quem dá valor á humanidade) e sim pra mostrar que o comportamento predatório de nossos políticos só pode ser explicado por sua natureza genuinamente animal. São como leões, esperando o momento certo de atacar a presa e assim saciar sua fome. Nenhum leão pensa no vizinho, é eu me viro, tu te fodes. Bem por essas. E acho que solidariedade, caridade, são coisas fora do comum e existente em uma minoria irrisória nesse planeta. Falar sou solidário é diferente de ser. E tem dias que somos muito menos do que o certo, porque a vida tá tão desgraçada que parecemos entregar os pontos.
Eu pediria aos influentes, que não desistam. Pessoas que fazem passeatas, protestos que ganham algum tipo de atenção, jamais desistam. Eu tô aqui na minha, meu texto tá aqui pro mundo inteiro ler, mas nem todo esse mundo conseguirá. Impotente diante da situação e cada vez mais indignada com esse país. Até onde queremos chegar?
O amanhã já é coisa do passado...
Estou aqui pensando com meus botões, o que dizer afinal? Depois de muito tempo largando de mão todo e qualquer assunto relacionado a política, sexta-feira fiz a insanidade de falar de política com o Le. Ficamos um puta tempo teclando sobre política e lhes digo: dói a alma. A revolta é enorme, a iniciativa parece querer aflorar mas se retrai ao saber que será em vão.
Já não nos mexemos pelo simples fato de sabermos que nada irá mudar. O que é esse mundo? Um lugar bem grande e cheio de gente querendo salvar a pele. Por que parecemos animais? Porque somos oras! O fato de termos inteligência parece não ter nos ajudado muito não. Os dinossauros sumiram, o gelo derreteu, a terra vai derreter a gente e a natureza está aí firme e forte. Somos animais, agimos como animais por que achar que somos muita coisa? Somos é nada.
Vamos acabar com qualquer tipo de vida nesse planeta. Mas esse texto não é sobre como fazer pra não agravar o efeito estufa ou como economizar a água (embora isso seja importante pra quem dá valor á humanidade) e sim pra mostrar que o comportamento predatório de nossos políticos só pode ser explicado por sua natureza genuinamente animal. São como leões, esperando o momento certo de atacar a presa e assim saciar sua fome. Nenhum leão pensa no vizinho, é eu me viro, tu te fodes. Bem por essas. E acho que solidariedade, caridade, são coisas fora do comum e existente em uma minoria irrisória nesse planeta. Falar sou solidário é diferente de ser. E tem dias que somos muito menos do que o certo, porque a vida tá tão desgraçada que parecemos entregar os pontos.
Eu pediria aos influentes, que não desistam. Pessoas que fazem passeatas, protestos que ganham algum tipo de atenção, jamais desistam. Eu tô aqui na minha, meu texto tá aqui pro mundo inteiro ler, mas nem todo esse mundo conseguirá. Impotente diante da situação e cada vez mais indignada com esse país. Até onde queremos chegar?
O amanhã já é coisa do passado...
Wednesday, 18 April 2007
I´m trying to break your heart
Me perdi totalmente essa semana. Segunda-feira pensei que fosse terça, uma confusão só. Por que raios será que isso acontece? Whatever...
Quando as pessoas não comentam no blog isso pode ser um problema...não temos a noção do quão idiotas ou quanto brilhantes somos. But...se isso não importar, podemos manter o padrão aceitável de coisas para serem postadas na internet.
Não queria misturar a minha vida com isso daqui mas é praticamente impossível. É ver essa telinha branca implorando pra ser preenchida que logo vem o grande vazio que se fez aqui dentro de mim. Não sei dizer o tempo que ele existe, toda vez que ele surge, parece que nunca deixou de existir, só se fez esquecer um pouco.
Mais uma das questões da vida...por que esse vazio??????? Ahh, existem vários. Se todos os problemas do mundo fossem buracos, estaríamos bem!
E quando não temos problemas, os inventamos. Quando passamos por um relacionamento e aquela paixão inicial parece acalmar vem logo o desespero. No fundo gostamos de cenas de ciúmes, de atenção extra durante as 24 horas do dia, enfim, gostamos de ser paparicados. Mas, passado algum tempo percebemos que a pessoa tem uma vida própria...e a gente também. E o que sobra dessa nossa vida própria? Abandonamos amigos? Fizemos mais? Estamos satisfeitos, ou apenas acomodados? Podemos estar terminantemente infelizes ou então confusos.
As coisas costumam ser bem práticas quando falamos de "coisas". Objetos, música, roupa...a gente gosta ou desgosta. Mas em relação a pessoas a gente sempre tem dúvidas...quando a situação começa a pegar entende? Há um desespero porque muita coisa linda já foi vivida mas já não se sabe mais se virão mais coisas lindas. Há um auto-sufocamento, muitas vezes podemos ser livres dentro de uma relação mas preferimos acreditar que vivemos na jaula, porque relação é isso...é prisão, possessão. Ai ai...eu tento parar com as psicologias de quinta, acho que tá no meu sangue...
Na realidade não sei mais o que está e o que não está...vou indo...com a maré, embora seja um destino trágico. Quantas pessoas estão assim hoje? Quantas ficaram nesse exato momento.
O mundo é um troço grande e complicado.
Quando as pessoas não comentam no blog isso pode ser um problema...não temos a noção do quão idiotas ou quanto brilhantes somos. But...se isso não importar, podemos manter o padrão aceitável de coisas para serem postadas na internet.
Não queria misturar a minha vida com isso daqui mas é praticamente impossível. É ver essa telinha branca implorando pra ser preenchida que logo vem o grande vazio que se fez aqui dentro de mim. Não sei dizer o tempo que ele existe, toda vez que ele surge, parece que nunca deixou de existir, só se fez esquecer um pouco.
Mais uma das questões da vida...por que esse vazio??????? Ahh, existem vários. Se todos os problemas do mundo fossem buracos, estaríamos bem!
E quando não temos problemas, os inventamos. Quando passamos por um relacionamento e aquela paixão inicial parece acalmar vem logo o desespero. No fundo gostamos de cenas de ciúmes, de atenção extra durante as 24 horas do dia, enfim, gostamos de ser paparicados. Mas, passado algum tempo percebemos que a pessoa tem uma vida própria...e a gente também. E o que sobra dessa nossa vida própria? Abandonamos amigos? Fizemos mais? Estamos satisfeitos, ou apenas acomodados? Podemos estar terminantemente infelizes ou então confusos.
As coisas costumam ser bem práticas quando falamos de "coisas". Objetos, música, roupa...a gente gosta ou desgosta. Mas em relação a pessoas a gente sempre tem dúvidas...quando a situação começa a pegar entende? Há um desespero porque muita coisa linda já foi vivida mas já não se sabe mais se virão mais coisas lindas. Há um auto-sufocamento, muitas vezes podemos ser livres dentro de uma relação mas preferimos acreditar que vivemos na jaula, porque relação é isso...é prisão, possessão. Ai ai...eu tento parar com as psicologias de quinta, acho que tá no meu sangue...
Na realidade não sei mais o que está e o que não está...vou indo...com a maré, embora seja um destino trágico. Quantas pessoas estão assim hoje? Quantas ficaram nesse exato momento.
O mundo é um troço grande e complicado.
Monday, 16 April 2007
Blowin´n In The Wind
Eu ia postar apenas pela noite, quando o resto do dia tivesse passado e finalmente minha cabeça estivesse apta a escrever algo interessante, mas não vai rolar. Hoje é dia de episódio inédito de Law & Order- SVU, uma das poucas coisas que gosto de assistir, então não posso perder essas raras oportunidades em que mergulho no mundo televisivo. Quinta é dia de House, dia de post da tarde também.
Ainda estou em período de readaptação no mundo blogueiro...acho que hoje vou deixar algum texto do meu futuro livro pro pessoal ter uma noção do que se trata. O título será "Palavras Soltas, Filosofias e Confusões" dado por meu amigo Leandro que também irá contribuir muito com seus textos nesse projeto.
O que pretendo com esse suposto livro? Acho que é mais pra mim do que pro mundo. A gente que cresce em cidade do interior fica pensando que nunca vai fazer nada de importante na vida, nada que os outros considerem importante. É, porque por mais que a gente diga "não me importo" sempre tem parte que diz "me importo sim". Eita vaidade...
E quero fazer isso ser importante...pelo menos pro meu mundinho mais interior ainda do que Big River.
Aceito críticas construtivas! E não aceito nada além disso, quer dizer, elogios sim! O que eu quis dizer é que abobrinhas não serão toleradas porque a gente lê o que quer, se não quer, não lê. Simples!
Fico por aqui...
TRADUÇÃO
Resolvi me traduzir para outra língua. Inglês, francês, grego. Que seja.
Já não agüento mais os adjetivos fáceis e fúteis do nosso português assassinado. Quero ser um dialeto, conhecida apenas por uma parte das pessoas. E em um caso mais extremo, me criptografar. Mensagem enigmática, sem sentido,venha me desvendar. Me seqüestrarei desse mundo que me faz correr bem mais do que deveria. Não penso em pedir o resgate. Ficarei nesse submundo imaginário que me dá 5 segundos detranqüilidade, um minuto de silêncio e um dia de paz. Paz interna. Aquela paz que me fez perder a pressa de que as coisas emocionantes devem acontecer todos os dias. Colocarei minha emoção em cada coisa que fizer. Menina, mulher, traduzida, seqüestrada, enigmática. Esse é meu dia de sol.
Ainda estou em período de readaptação no mundo blogueiro...acho que hoje vou deixar algum texto do meu futuro livro pro pessoal ter uma noção do que se trata. O título será "Palavras Soltas, Filosofias e Confusões" dado por meu amigo Leandro que também irá contribuir muito com seus textos nesse projeto.
O que pretendo com esse suposto livro? Acho que é mais pra mim do que pro mundo. A gente que cresce em cidade do interior fica pensando que nunca vai fazer nada de importante na vida, nada que os outros considerem importante. É, porque por mais que a gente diga "não me importo" sempre tem parte que diz "me importo sim". Eita vaidade...
E quero fazer isso ser importante...pelo menos pro meu mundinho mais interior ainda do que Big River.
Aceito críticas construtivas! E não aceito nada além disso, quer dizer, elogios sim! O que eu quis dizer é que abobrinhas não serão toleradas porque a gente lê o que quer, se não quer, não lê. Simples!
Fico por aqui...
TRADUÇÃO
Resolvi me traduzir para outra língua. Inglês, francês, grego. Que seja.
Já não agüento mais os adjetivos fáceis e fúteis do nosso português assassinado. Quero ser um dialeto, conhecida apenas por uma parte das pessoas. E em um caso mais extremo, me criptografar. Mensagem enigmática, sem sentido,venha me desvendar. Me seqüestrarei desse mundo que me faz correr bem mais do que deveria. Não penso em pedir o resgate. Ficarei nesse submundo imaginário que me dá 5 segundos detranqüilidade, um minuto de silêncio e um dia de paz. Paz interna. Aquela paz que me fez perder a pressa de que as coisas emocionantes devem acontecer todos os dias. Colocarei minha emoção em cada coisa que fizer. Menina, mulher, traduzida, seqüestrada, enigmática. Esse é meu dia de sol.
Sunday, 15 April 2007
Tudo tem uma primeira vez...
Sim! E essa é a primeira vez que estou postando nesse blog. Voltei pra esse mundo já que meu flog acabou desmoronando. Muita gente ainda lê (mas não comenta!) e eu gosto da combinação imagem + texto, até porque diversas vezes não tenho nada pra dizer e ao ver determinada imagem me vem aquela veia filosófica que me impressiono.
A finalidade deste blog? Ah não sei...não vamos levar a vida tão a sério? Posso falar de tudo e de nada, posso postar alguns textos, poemas que estou juntando pro meu livro (sim! essa guria da cidade de Rio Grande sonha em escrever um livro!) e aproveito pra saber o que o pessoal está achando...isso se esse blog vingar. E eu espero que isso aconteça. Depois que eu aprender a lidar com isso aqui eu vou colocar vários links de blogs muito legais que tenho visitado.
Para uma primeira vez está ótimo...vejo vocês na próxima!
:)
Ahh e o título do blog foi inspirado em uma música do The Killers "Read my mind" (claro!). Can you read my mind?
A finalidade deste blog? Ah não sei...não vamos levar a vida tão a sério? Posso falar de tudo e de nada, posso postar alguns textos, poemas que estou juntando pro meu livro (sim! essa guria da cidade de Rio Grande sonha em escrever um livro!) e aproveito pra saber o que o pessoal está achando...isso se esse blog vingar. E eu espero que isso aconteça. Depois que eu aprender a lidar com isso aqui eu vou colocar vários links de blogs muito legais que tenho visitado.
Para uma primeira vez está ótimo...vejo vocês na próxima!
:)
Ahh e o título do blog foi inspirado em uma música do The Killers "Read my mind" (claro!). Can you read my mind?
Subscribe to:
Posts (Atom)